quinta-feira, junho 07, 2012

Situacao Inusitada


O que eu vou contar pode parecer bem comum para algumas pessoas mas mim foi diferente... ontem  estavamos em reuniao e uma amiga, que estava na reuniao, saiu da sala para atender o celular. Depois voltou dizendo que ia ter que sair porque haviam ligado da creche do cachorro dizendo que ela ia ter que busca-lo porque ele nao estava passando bem. Isso ja aconteceu comigo varias vezes, para ir pegar os meus filhos  na creche porque eles nao aceitam crianca doente ou com algum sintoma de doenca junto com os demais, tipo febre, mesmo que baixa, vomito, diarreia...e ainda que faca muito sentido eu nunca havia pensando que essa situacao tambem se aplicasse a pets.
 
Resultado, essa minha amiga foi pegar o cachorro e o levou direto para o veterinario, parece que ele estava com alguma infeccao urinaria. Essa minha amiga tem dois cachorros que vao 3 vezes por semana para uma "creche" para brincar com outros cachorros e se exercitar. O detalhe sobre essa minha amiga eh que ela detesta dirigir carro mas por causa da creche dos cachorros 3 vezes por semana ela eh "obrigada" a dirigir ate o trabalho porque tem que deixa-los e pega-los na creche.
 
Para aproveitar o assunto, uma outra coisa que nos vemos, ate mesmo quando esta fazendo -20 graus Celsius,   sao pessoas passeando com os seus cachorros para que eles nao deixem de exercitar e tomar ar puro. Nao consigo me ver nessa situacao.
 
Enfim, cada um com os seus problemas. No momento eu nao tenho tempo para um desses ;-)
 
Silvia

quarta-feira, junho 06, 2012




Achei interessante uma noticia vi hoje no Metro News: A partir de hoje a pessoa pode consultar no site do Alberta Health Services (AHS) o tempo atual estimado de espera para ser atendido nas emergencias dos hospitais da cidade: http://www.albertahealthservices.ca/5326.asp
 
O que a noticia fala eh  que, em caso de emergencia, o paciente deve sempre se dirigir ao hospital mais proximo. No entanto, agora com essa informacao sobre o tempo de espera, se possivel, dependendo da gravidade do caso, o paciente vai poder  uma alternativa nao tao proxima de onde esta mas que ira lhe atendar mais rapido.
 
Eh isso.
 
[]'s Silvia

terça-feira, junho 05, 2012

O segundo ano...

O segundo ano começou muito bem. Estavamos começando a organizar na casa nova. Plantar grama, fazer cerca, decorar, arrumar o quarto do novo herdeiro.

Dudu na época mudou de creche, uma beleza, o lado da cidade que passamos a morar era  muito mais bonito que o anterior, parecia um sonho tudo dando certo.

E fizemos nossa primeira viagem ao Brasil, um ano e meio depois da chegada ao Canadá. Encontramos os amigos, familiares, Dudu teve 5 festas de 3 anos em um mês, foi bem legal.

Até que uma notícia que seria boa pra 99% das pessoas pra mim(nós) não foi. Fui chamando para assumir um cargo no MPU, um concurso feito antes de vir para o Canadá. O que estava certo começou a ficar confuso, eram várias as dúvidas, até que entre idas e vindas (cheguei a viajar 4 vezes entre o Canada e o Brasil em 3 meses) assumi o cargo em Brasilia e Sílvia ficou no Canadá com Dudu e uma barriga de oito meses. A mãe dela veio e ficou aqui por 3 meses para ajudar.

Foi o começo do caos. Nessa confusão, Rafael nasceu, 6 semanas antes da data, estava eu no Brasil e vim as pressas pra cá. Colocamos a casa a venda, Sílvia saia com as crianças num dia de inverno -30C para o corretor mostar a casa para os interessados.

Depois de muita confusão e dívidas, resolvi deixar o cargo no MPU. Voltei pra cá para a mesma empresa que trabalhava antes. Começamos o processo de colocar a vida em ordem novamente.

Abraços,

Luciano.



segunda-feira, junho 04, 2012

O primeiro ano...


Tenho certeza que para todos o primeiro ano, é o mais intenso. E para nós não foi diferente.

O primeiro mês foi de muita empolgação e trabalho, foi a fase dos documentos e moradia. E tivemos um fator muito favorável, arranjei emprego na primeria semana de Canadá, na minha área e numa grande empresa, um estresse a menos.

Veio o segundo mês, já estavamos na nossa casa lugada, as coisas se ajustando, a primeira ida a Ikea. Organizar a casa nova, a raiva com o sistema de entrega canadense.

Veio mais um mês, acho que o pior, Dudu ficou doente tivemos que ir para o hospital com ele, o medo de todos os comentário que tinhamos ouvido sobre o sistema de saúde aqui, surpresa positiva.

Passado isso foi arranjar creche para o Dudu, e depois Silvia foi em busca do emprego que também arranjou rápido.

Depois veio o primeiro halloween, o primeiro inverno (a prova de "fogo"), o primeito Natal com neve (inesquecivel).

Nos primeiros 6 meses foi quando comparamos mais as nossas duas vidas, a vida brasileira e a canadense. O que é bom o que é ruim, mas como tudo era muito novo ainda a empolgação era muito grande.

Compramos nosso primeiro carro, compramos a casa, demos muitos passos. E chegou o primeiro verão depois de um invero rigoroso. Aí passamos a entender porque os canadenses, vivem nas ruas e parques durante o verão.

E para fechar o primeiro ano de forma positivíssima veio a notícia da gravidez de Sílvia.

Lição do primeiro ano:
- Inglês nunca é demais, quanto mais confortável no inglês melhor.
- Dinheiro também nunca é demais, traga o quanto puder.
- O pensamento tem que ser de que vai dar certo.

Abraços,

Luciano.



Há cinco anos...

Há exatos 5 anos, também em um domingo ensolarado como hoje, chegamos no Canadá. Eram muitas malas, muitos sonhos, muita ansiedade. 

Hoje muita coisa mudou e até canadenses já nos tornamos e muita coisa ainda vem por ai.

Essa semana tentarei fazer um resumo, retrospectiva de cada ano vivido na terra do gelo.

Abraços,
Luciano.